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Clipping

24/09/2014 às 13:40

Candidatas não agradam nas propostas para universalizar a banda larga

Escrito por: Redação
Fonte: Convergência Digital

Para a advogada Flávia Lefèvre Guimarães, da Proteste, nenhuma das candidatas à Presidência da República se comprometeu em tornar a banda larga um serviço em regime público por meio de Decreto. Posturas que contrariam velha bandeira da entidade, que defende o regime público para todos os serviços de telecomunicações.

Como atenuante, entretanto, ficou a impressão que a candidata Dilma Rousseff, pelo menos tem proposta clara para a universalização, ao defender o encaminhamento ao Congresso de uma lei tratando da questão. A posição da candidata Marina Silva foi mais dúbia.

Já Renata Mielli, do Instituto Barão de Itararé, entende que, respeitadas as diferenças entre Dilma e Marina Silva (a primeira está ocupando o cargo e luta pela reeleição), a candidata do PSB não se comprometeu com nada e estava pouco informada sobre o setor ao defender a universalização da banda larga por meio da telefonia móvel, num país cuja a maioria da base de assinantes é pré-paga.

Também como atenuante, aprovou a declaração de Marina Silva, que se disse disposta a ouvir as entidades no futuro, caso seja eleita. A avaliação foi feita pelas representantes destas entidades nesta terça-feira, 22, após Marina Silva ter participado do "Diálogos Conectados" - promovido pelo movimento "banda Larga é um Direito Seu". Assistam.