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Clipping

23/06/2015 às 13:03

Investimento em audiovisual é o maior da história do Brasil

Escrito por: Redação
Fonte: Portal Brasil

Colocado em execução pela Ancine, a Agência Nacional de Cinema, ligada ao Ministério da Cultura, o Programa Brasil de Todas as Telas tem recursos (oriundos do Fundo Setorial Audiovisual) da ordem de R$ 1,2 bilhão

Esta sexta-feira (19) marcou o Dia do Cinema Brasileiro. Motivos não faltam para celebrar. A cinematografia nacional vive uma fase otimista, tanto no quesito artístico quanto de condições para a realização de longas e curtas-metragens. Se em 1995 foram lançados apenas 14 títulos, em 2014 chegaram aos cinemas 114 produções brasileiras.
 
Segundo Manoel Rangel, diretor-executivo da Ancine, até 2020, o Brasil pode se transformar no quinto mercado do mundo em produção e consumo de conteúdos audiovisuaisSegundo Manoel Rangel, diretor-executivo da Ancine, até 2020, o Brasil pode se transformar no quinto mercado do mundo em produção e consumo de conteúdos audiovisuais Uma série de incentivos estatais tem impulsionado a produção, distribuição e exibição de filmes nacionais. No ano passado, a presidente Dilma Rousseff lançou o programa Brasil de Todas as Telas, uma ação de proporções inéditas não apenas em volume de recursos, mas por conta das iniciativas envolvidas, que abrangem toda a cadeia produtiva do audiovisual, da criação do roteiro, passando por produção, difusão, incentivo à pesquisa até a ampliação e a modernização do parque exibidor.
 
Entre outras ações, o Brasil de Todas as Telas oferece 5 mil bolsas para formação e capacitação profissional. Também são oferecidos cursos de nível técnico em parceria com o Ministério da Educação, por meio do Pronatec Audiovisual.
 
Colocado em execução pela Ancine, a Agência Nacional de Cinema, ligada ao Ministério da Cultura, o Programa Brasil de Todas as Telas tem recursos – oriundos do Fundo Setorial Audiovisual – da ordem de R$ 1,2 bilhão.
 
Segundo Manoel Rangel, diretor-executivo da Ancine, até 2020, o Brasil pode se transformar no quinto mercado do mundo em produção e consumo de conteúdos audiovisuais para cinema, televisão e novas mídias. “Nosso país poderá ter 4.500 salas digitais, com capacidade para atrair 220 milhões de espectadores por ano, mais do que o dobro do volume atual. Com a consolidação da Lei 12.485/2011, a Lei da TV Paga, serão veiculados mais conteúdos nacionais, com diversidade e qualidade, fortalecendo as programadoras nacionais, as produtoras independentes e outros agentes do mercado.”
 
Até o momento 28 ações de arranjos financeiros estaduais e regionais já foram lançados em parcerias do Programa Brasil de Todas as Telas com entidades e órgãos públicos estaduais e municipais em todas as regiões do País e outros 16 estão em negociação.