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Clipping

01/06/2017 às 16:32

Movimentos de comunicação denunciam ataques à liberdade de expressão

Escrito por: Redação
Fonte: Pulsar Brasil

No último domingo (28), a Vigésima Plenária Nacional do FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) aprovou a Carta de Brasília. O documento reforça o posicionamento da organização contra os ataques sistemáticos à liberdade de expressão no país e em favor das lutas populares. A plenária encerrou o Terceiro Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (ENDC), que ocorreu entre 26 e 28 de maio na capital federal. Para saber mais sobre a carta e também sobre o encontro, a Pulsar Brasil conversou com Bia Barbosa, coordenadora do Intervozes e secretária-geral do FNDC.
 
Bia Barbosa faz um balanço positivo sobre o Terceiro Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (ENDC), que reuniu mais de 250 ativistas e militantes. Ela avalia que o encontro foi um espaço de formação, mas também de articulação do movimento pela democratização da comunicação. Além disso, a coordenadora do Intervozes lembra que a lista de retrocessos vividos no Brasil também engloba o campo da comunicação por exemplo com o desmonte da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a criminalização das rádios comunitárias e as ameaças à privacidade e liberdade de expressão na internet.
 
Já sobre a Carta de Brasília, Bia Barbosa conta que o documento reafirma o compromisso dos movimentos de comunicação com as lutas atuais e em defesa da democracia. Para o FNDC, não há sociedade democrática sem mídia democrática. A carta traz ainda uma série de denúncias sobre os ataques à liberdade de expressão e defende as eleições “Diretas Já!” para a presidência e o “Fora, Temer”.
 
De acordo com a secretária-geral do FNDC, a carta propõe ainda ações para fortalecer a mídia alternativa, popular e comunitária, ações de formação e de combate ao racismo. O documento reafirma a importância dos movimentos de comunicação se somarem aos outros movimentos de resistência que estão nas ruas contras as reformas e os retrocessos.
 
Para ler a Carta de Brasília na íntegra acesse o site www.fndc.org.br. (pulsar)