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quinta, 02 de setembro de 2010
NotíciasPublicidade persiste em novas plataformas
Os modelos de negócios aplicados hoje na televisão não podem ser os mesmos da TV 2.0. A afirmação é do diretor de relações externas da Procter & Gamble, Pedro Martins Silva, que participou do painel "A publicidade nas novas plataformas", realizado durante o Congresso TV 2.0, evento promovido pelas revistas TELA VIVA e TELETIME, nos dias 30 e 31 de outubro em São Paulo. Players sem rumo Diante do novo cenário apresentado pelas novas plataformas, o diretor da Procter & Gamble afirma que todos os players estão inquietos e que nenhum deles sabe ao certo o que fazer. No caso dos anunciantes, há ainda um descontentamento com as agências. "Os anunciantes estão inquietos diante das novas opções, conscientes da necessidade de comunicação integrada, e insatisfeitos com os serviços recebidos". Ele acredita que tanto as agências tradicionais quanto as especializadas não estão completamente preparadas para enfrentar os novos desafios e que há espaço hoje no mercado para um player integrador. "As agências tradicionais estão inseguras quanto à remuneração de seus serviços e hoje não existe uma só agência que cuide de todos os canais de comunicação", diz. "No entanto, as agências especializadas não conseguem a neutralidade desejada em relação aos meios". Silva acredita que modelos como o de patrocínio de conteúdo são opções a serem expandidas nas novas plataformas. "É um modelo que liga o gerador de conteúdo diretamente ao patrocinador, sem necessariamente estar ligado ao distribuidor", diz. Participe do e-Fórum enviando sugestões de pautas, informes, notas, eventos para a agenda e críticas. Escreva para imprensa@fndc.org.br. |
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